Michel Temer segue
trabalhando incansavelmente para montar sua equipe, caso assuma a presidência
em um eventual afastamento da presidente Dilma Rousseff. Em conversas recentes,
Temer tem dito que vai manter 25 ministérios dos atuais 31 de Dilma. Do PMDB, partido
do vice, o senador Romero Jucá (RR) deve assumir o Ministério do Planejamento.
Também estão na lista Eliseu Padilha e Geddel Vieira Lima. O primeiro está
cotado para a Casa Civil e Geddel deve ir para a Secretaria-Geral do governo. O
nome do ex-ministro Nelson Jobim tem sido cotado para assumir o Ministério da
Defesa, posto que ocupou entre 2007 e 2011. Também não está descartado o
retorno de Eduardo Braga (PMDB-AM). Braga assumiria o Ministério das Cidades.
Em contrapartida, o PSD, que integra o chamado "centrão", pode levar
o Ministério da Agricultura. Em relação aos outros partidos do
"centrão", o PP deve permanecer no Ministério da Integração. O
partido deseja também o Ministério da Saúde e o comando da Caixa Econômica
Federal. Em relação ao PR, a demanda é pelo futuro Ministério da
Infraestrutura, que surgiria da fusão dos ministérios de Transportes e Portos.
Entre os nomes mais cotados, está o do ex-líder do PR na Câmara, Maurício
Quintella (AL).
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» Divisão de espaços de eventual governo Temer tem como prioridade PMDB e o 'centrão'

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