O Banco Central informou
nesta quinta-feira (10) que passará a monitorar operações de crédito com valor
acima de R$ 200 a partir de 30 de junho deste ano. Até lá, entretanto, a
autoridade monetária continuará de olho nos financiamento bancários que superem
R$ 1 mil – piso que existe desde 2012. Os dados são registrados pelo Banco
Central no chamado Sistema de Informações de Crédito (SCR), com o número do
Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas
(CNPJ) – no caso de empresas. Neste banco de dados aparecem os valores das
operações e é especificado se os tomadores de crédito estão em dia, ou não, com
suas operações. Com a mudança nas regras a partir do fim de junho, o BC
confirmou que mais operações passarão a ser alvo da sua vigilância. "A
medida aumenta a quantidade de clientes que poderão consultar seus registros no
SCR [Sistema de Informações de Crédito], além de permitir que as instituições
financeiras ampliem sua capacidade de avaliação de risco de crédito",
informou a autoridade monetária. As instituições financeiras podem consultar os
dados dos tomadores das operações de crédito, mediante sua autorização, e isso
pode influenciar na taxa de juros de um novo financiamento buscado pelas
pessoas físicas ou empresas. De acordo com o Banco Central, o SCR pode ser
consultado pelos próprios clientes, pela autoridade monetária e pelas instituições
financeiras, desde que tenham autorização específica dos clientes.

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