O órgão analisou um recurso da Federação Nacional dos
Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) contra
decisão do presidente. Na ação, a federação defendeu a proibição e informou a
empresa tem 8 mil empregados terceirizados.
A maioria dos ministros entendeu que as licitações
temporárias garantem o funcionamento do serviço de entregas. Segundo Reis de
Paula, a proibição de contratação de trabalhadores e de transporte
terceirizados poderia paralisar os Correios “prejudicando, de forma direta, a
população brasileira".
Os funcionários dos Correios estão em greve desde o dia
17 de setembro e, para voltar ao trabalho, pedem aumento real de 15% sobre os
salários, reposição da inflação de 7,13%, aumento linear de R$ 200, reposição
de 20% de perdas salariais e jornada de seis horas diárias para os atendentes.
Informações ABr
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