Há
quase uma semana a diretoria executiva e o Conselho do clube foram destituídos
em decisão unânime dos desembargadores do Tribunal de Justiça da Bahia.
No
despacho, Albiani determina "auditoria rigorosa no clube". Solicita
também "fiscalização dos representantes do Ministério Público Estadual e
Ministério Público Federal".
O
interventor Carlos Rátis havia se queixado que os funcionários do Financeiro e
do RH do Bahia não estão trabalhando. "Não aparece ninguém aqui",
criticou. Segundo ele, o seu trabalho tem sido dificultado pelo clube.
A
decisão de Albiani vai de encontro a essa constatação e autoriza "a
expedição de mandado de intimação a qualquer funcionário" que esteja
"criando embaraço". O despacho abre a possibilidade para que
sejam "adotadas providências judiciais enérgicas".
Albiani
solicita ao Ministério Público da Bahia que "adote as providências
reputadas necessárias, a fim de promover a persecução criminal".
Veja
os despachos do juiz Paulo Albiani:
"Determino que seja
realizada auditoria rigorosa no Esporte Clube Bahia, mediante empresa de
credibilidade, em caráter de extrema urgência"
"Durante a realização da
auditoria, esta deverá ficar afeta a fiscalização dos representantes do
Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal"
"Expeça-se ofício ao
Ministério Público do Estado da Bahia, para que adote as providências reputadas
necessárias, a fim de promover a persecução criminal, em relação a subtração do
terminal de informática"
"Fica autorizada a
expedição de mandado de intimação a qualquer funcionário recalcitrante do
Esporte Clube Bahia, que esteja criando embaraço no escopo de fazer respeitar
as determinações do interventor judicial"
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