Marin termina seu mandato no início de 2015 e, de acordo com Rodrigues, Marin garantiu que não lançará candidatura para permanecer no cargo. O presidente atual chegou ao poder após a queda de Ricardo Teixeira, inundado por acusações de corrupção e de enriquecimento às custas da CBF.
"O que o presidente Marin colocou é que
estamos na véspera de uma Copa das Confederações. Então, ele pediu um voto de
confiança de todos para que possa levar seu mandato até o final. Ele também
deixou registrado que ele não será candidato a uma reeleição. Ele deixou claro
que não ficará um dia a mais após esse período", afirmou.
José Maria Marin tem sido pressionado por todos os
lados a deixar o cargo. Diante de maus resultados da Seleção Brasileira,
rejeição popular à Copa do Mundo por conta dos superfaturamentos de obras e
poucos investimentos em melhorias infraestruturais e acusações de ligação com a
Ditadura Militar, o mandatário do futebol está praticamente sozinho
politicamente.
Como Marin não tentará se reeleger, é provável que
seu candidato à sucessão na CBF deverá ser o vice-presidente da CBF, Marco Polo
Del Nero, presidente da Federação Paulista de Futebol. A chapa de oposição
deverá ficar nas mãos do ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez. Corre
por fora o ex-atacante e empresário Ronaldo, que tem declarado nos últimos
tempos que tem como grande objetivo ser presidente do órgão.(bocao news)
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