Mas não são todas as pílulas do dia seguinte que estão liberadas para o uso dos hospitais, a regra anunciada impede a aplicação de drogas que tenham a mifepristona ou o RU-486 como princípio ativo. “Métodos farmacêuticos e médicos que induzem a morte de um embrião continuarão a não ser usados”, disse o arcebispo Robert Zollitsch. Os hospitais poderão usar apenas as pílulas que previnem a gravidez sem induzir um aborto. A Igreja Católica daquele país continua sendo contra o aborto e o contra o controle de natalidade artificial, mas vai aceitar estes tratamentos que evitam que o espermatozóide do agressor fecunde o óvulo da vítima. O uso desses medicamentos é liberado apenas no caso de estupro. Com informações da Folha de SP.
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» Igreja Católica na Alemanha passa a aceitar o uso da pílula do dia seguinte em casos de estupro
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